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Por Laila Bassam e Angus McDowall

BEIRUTE (Reuters) - Os discursos feitos nesta semana pelo líder do Hezbollah tiveram como objetivo deixar claro para o novo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o grupo libanês pode atingir interesses dos EUA atacando Israel, disse uma fonte a par de seu pensamento nesta sexta-feira.

Trump e funcionários de seu governo vêm usando uma retórica contundente contra o Irã, patrono político do Hezbollah, e em apoio a Israel, o que incluiu colocar Teerã "sob aviso" por causa das acusações de que o país persa violou um acordo nuclear testando um míssil balístico.

No domingo o líder do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, descreveu Trump como um "idiota". Na quinta-feira ele disse que seu grupo, que desempenhou um grande papel para acabar com a ocupação israelense no Líbano, pode atacar seu reator nuclear em Dimona.

As palavras ásperas dirigidas a Israel e Trump tiveram por meta traçar "linhas vermelhas" para a nova gestão norte-americana, disse a fonte familiarizada com a mentalidade do grupo xiita.

"Até agora, o Hezbollah não está preocupado com a chegada de Trump no governo dos EUA, mas ao invés disso o chamou de idiota nesta semana e traçou linhas vermelhas diante de qualquer ação que ameace o Líbano ou a presença do Hezbollah na Síria", afirmou a fonte.

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Reuters