Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Ex-secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, durante discurso na Wellesley College, em Massachusetts 26/05/2017 REUTERS/Brian Snyder

(reuters_tickers)

Por David Ingram

RANCHO PALOS VERDES, Estados Unidos, (Reuters) - Hillary Clinton disse nesta quarta-feira que boatos e notícias falsas no Facebook contribuíram para sua derrota na eleição presidencial norte-americana do ano passado, acrescentando à uma lista de fatores que culpa pela derrota.

A ex-candidata democrata disse anteriormente neste mês que interferência de hackers russos e do então diretor do FBI James Comey ajudaram a inclinar a eleição para o presidente republicano Donald Trump.

Falando em uma conferência de tecnologia próxima a Los Angeles, Hillary mencionou nesta quarta-feira o Facebook por nome e disse que relatos falsos espalhados na rede social influenciaram nas informações que as pessoas confiavam.

“O outro lado estava usando conteúdo que era tão obviamente falso e entregando-o de uma forma muito personalizada, tanto acima quanto abaixo da tela do radar”, disse Hillary durante entrevista em palco na conferência Code.

Um representante do Facebook não pôde ser contatado imediatamente para comentários.

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, disse após a eleição de novembro que era “loucura” pensar que notícias falsas no site influenciaram de qualquer maneira na eleição.

Em dezembro, no entanto, o Facebook informou que iria introduzir ferramentas para prevenir disseminação de notícias falsas. A rede social também informou que irá trabalhar com organizações com o site de checagem de fatos Snopes e a ABC News para verificar a autenticidade de relatos.

(Reportagem de David Ingram)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters