Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Por Gus Trompiz e Emmanuel Jarry

PARIS (Reuters) - Forças de segurança mataram a tiros um homem que roubou a arma de uma militar no aeroporto de Orly, em Paris, neste sábado, pouco depois que o mesmo homem baleou e feriu um integrante da polícia durante uma checagem de rotina, informou o Ministério do Interior da França.

A militar, que chegou a cair no chão enquanto lutava com o homem, está bem, disse o porta-voz da patrulha anti-terrorismo da França, Benoit Brulon.

O homem era conhecida da polícia e dos serviços de inteligência, disse o ministro do Interior, Bruno le Roux, a jornalistas. Uma fonte policial descreveu o homem como um muçulmano radicalizado, mas não o identificou pelo nome.

A procuradoria anti-terrorismo abriu uma investigação.

O lotado aeroporto de Orly, no sul de Paris, foi esvaziado e as forças de segurança vasculharam o local em busca de bombas e para garantir que o homem não usava um colete com explosivos, mas nada foi encontrado, disse à Reuters o porta-voz do Ministério do Interior Pierre-Henry Brandet.

"O homem conseguiu roubar a arma de uma soldado. Ele foi rapidamente neutralizado pelas forças de segurança", disse Brandet.

Ninguém mais ficou ferido no incidente no aeroporto.

Os voos foram suspensos nos dois terminais do aeroporto e alguns deles foram desviados para o aeroporto Charles de Gaulle no norte da capital, disse a operadora do aeroporto.

Mais cedo, um membro da polícia foi baleado e ferido pelo mesmo homem durante uma blitz de trânsito de rotina em Stains, norte de Paris.

Os incidentes acontecem a cinco semanas da eleição presidencial francesa, nas quais a segurança nacional é um tema fundamental.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters