Por James Pomfret e Anna Koper

HONG KONG/VARSÓVIA (Reuters) - A fabricante de equipamentos de comunicação chinesa Huawei afirmou no sábado ter demitido um funcionário preso na Polônia sob acusações de espionagem em um caso que pode intensificar as preocupações do Ocidente com segurança em relação à companhia.

O ministro para assuntos internos da Polônia Joachim Brudzinski chamou a União Europeia e a Otan para trabalharem em uma posição conjunta sobre excluir a Huawei de seu mercado após a prisão do funcionário chinês e de um ex-oficial de segurança polonês na sexta-feira.

Os dois podem ser detidos por três meses.

A Huawei, maior produtora mundial de equipamentos de telecomunicação, enfrenta um intenso escrutínio no Ocidente por conta de sua relação com o governo chinês e alegações lideradas pelos EUA de que seus dispositivos podem ser usados por Pequim para espionagem.

Nenhuma evidência foi produzida publicamente e a empresa tem negado repetidamente as acusações, mas diversos países ocidentais restringiram o acesso da Huawei a seus mercados.

Em agosto, o presidente norte-americano Donald Trump assinou uma lei que barra o governo dos EUA de usar equipamentos da Huawei e está considerando uma ordem executiva que também baniria empresas norte-americanas de usarem a marca.

Brudzinski afirmou que a Polônia queria continuar cooperando com a China, mas que uma discussão era necessária sobre excluir a Huawei de alguns mercados.

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