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Imperador japonês Akihito, no Palácio Imperial, em Tóquio 24/10/2011 REUTERS/Issei Kato

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TÓQUIO (Reuters) - O imperador japonês Akihito provavelmente abdicará no final de março de 2019, e o príncipe herdeiro Naruhito deve assumir o trono em abril, a primeira abdicação de um monarca do Japão em quase dois séculos, noticiou o jornal Asahi nesta sexta-feira.

O governo está no estágio final de formalização do cronograma, disse o Asahi, citando várias fontes.

Em junho o Parlamento aprovou uma lei que permite que o imperador Akihito abdique, mas Tóquio precisa acertar os detalhes, incluindo quando isso irá ocorrer.

O principal porta-voz do governo japonês negou a reportagem do Asahi.

"Não estamos cientes da reportagem e tal fato não existe", disse o secretário-chefe de gabinete, Yoshihide Suga, em uma coletiva de imprensa.

"Continuaremos a discutir adequadamente e faremos nosso melhor para conduzir a abdicação do imperador suavemente", afirmou.

Akihito, de 83 anos, que passou por uma cirurgia cardíaca e um tratamento para câncer de próstata, disse em raros comentários públicos neste ano temer que a idade avançada o atrapalhe a continuar cumprindo suas funções.

Ele será sucedido por Naruhito, de 57 anos, e uma nova era terá início no dia 1o de abril, relatou o Asahi.

A lei de abdicação – que só se aplica a Akihito, e não a futuros imperadores – incluiu uma resolução para debater a permanência de mulheres na família real após o casamento, mas não tocou o tema polêmico de se permitir que as mulheres herdem cargos.

Akihito, o primeiro imperador japonês que jamais foi considerado divino, trabalhou durante décadas em casa e no exterior para amenizar as feridas da Segunda Guerra Mundial, combatida em nome de seu pai, Hirohito.

         (Por Kaori Kaneko)

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Reuters