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Vigília à luz de velas para vítimas de massacre a tiros em Las Vegas, Nevada 03/10/2017 REUTERS/Lucy Nicholson

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Por Sharon Bernstein e Alexandria Sage

LAS VEGAS (Reuters) - Os esforços da polícia para tentar entender por que um aposentado matou 58 pessoas em um massacre a tiros em Las Vegas se voltou para a namorada do atirador, que deixou as Filipinas com destino aos Estados Unidos para enfrentar perguntas de investigadores sobre o que ela sabia a respeito.

Stephen Paddock, que se matou momentos antes de a polícia invadir o quarto de hotel de onde fez os disparos na noite de domingo, não deixou nenhuma pista clara sobre o que o motivou a realizar o ataque a tiros mais letal da história recente dos Estados Unidos.

Entretanto, autoridades esperam obter algumas respostas da mulher identificada como companheira de Paddock, Marilou Danley, que o chefe de polícia do Condado Clark, Joseph Lombardo, chamou de uma "pessoa de interesse" da investigação.

Marilou embarcou em um avião da Philippine Airlines em Manila, para onde tinha viajado antes do ataque, em um voo direto para o Aeroporto Internacional de Los Angeles, pousando na noite de terça-feira.

Uma autoridade de polícia de Manila, capital das Filipinas, e uma autoridade dos Estados Unidos, ambas falando sob condição de anonimato, disseram à Reuters que Marilou foi recebida por agentes do FBI em Los Angeles.

A fonte norte-americana disse que Marilou não foi presa, mas que o FBI espera que ela aceitará ser interrogada voluntariamente.

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Reuters