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TORONTO (Reuters) - Um grupo regional latino-americano concordou nesta quinta-feira que podem ser necessários mais passos para isolar ainda mais a Venezuela, onde o presidente Nicolás Maduro enfrenta meses de protestos violentos, disse a ministra canadense de Relações Exteriores, Chrystia Freeland.

Ela falou com repórteres após uma reunião em Toronto do Grupo de Lima, formado por Canadá, Brasil e outros países das Américas, que já condenou o que chama de recentes atos antidemocráticos do governo venezuelano.

"Se necessário, precisamos colocar pressão sobre o regime de Maduro, tomando medidas concretas para isolá-lo da comunidade internacional", disse ela.

Freeland acrescentou que o Canadá estava avaliando uma segunda rodada de sanções contra autoridades venezuelanas. "Outros países deveriam considerar fazer isso também", disse ela.

Ottawa informou no mês passado que vai impor sanções específicas contra 40 altos funcionários venezuelanos para puni-los por "comportamento antidemocrático".

Na semana passada, o Grupo de Lima pediu uma auditoria independente urgente sobre as eleições regionais da Venezuela, ocorridas dia 15, e afirmou que o pleito, no qual aliados do presidente venezuelano conquistaram a maioria dos governos estaduais, foi marcado por irregularidades e manipulação.

Nesta quinta-feira, o recém-eleito governador da oposição no Estado de Zulia foi destituído pelo legislativo estadual pró-governo, após ele se recusar a prestar juramento a um super-órgão legislativo nacional.

Protestos da oposição neste ano na Venezuela levaram a 125 mortes, milhares de prisões e feridos, além de danos generalizados à propriedade e à infraestrutura.

(Reportagem de David Ljunggren)

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Reuters