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Fumaça fotografada na Faixa de Gaza após ataque aéreo de Israel. 8/08/2014. REUTERS/Amir Cohen

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Por Nidal al-Mughrabi e Ori Lewis

GAZA/JERUSALÉM (Reuters) - Israel realizou ataques aéreos na Faixa de Gaza nesta sexta-feira em resposta ao lançamento de foguetes palestinos disparados depois que negociações no Egito não conseguiram estender uma trégua de 72 horas na guerra de um mês.

Enquanto sirenes de alerta de foguetes soavam no sul de Israel, os militares disseram que o Hamas disparou pelo menos 18 foguetes a partir de Gaza e que o sistema interceptador de Israel "Domo de Ferro" derrubou dois. Militantes de Gaza disseram ter disparado 10 foguetes nesta sexta.

Fontes médicas palestinas disseram que um garoto de 10 anos foi morto em um ataque israelense perto de uma mesquita na cidade de Gaza, tornando-se a primeira vítima fatal desde que as hostilidades recomeçaram na sexta-feira.

Em Israel, a polícia disse que duas pessoas foram feridas por projéteis de morteiros lançados a partir de Gaza.

Depois de uma enorme explosão na Cidade de Gaza, aparentemente de um ataque aéreo, um porta-voz militar disse que Israel respondeu a disparos de foguetes do Hamas ao lançar ataques aéreos em "alvos terroristas" na Faixa de Gaza.

"Vamos continuar a atacar o Hamas, sua infraestrutura, seus agentes, e restaurar a segurança do Estado de Israel", disse o tenente-coronel Peter Lerner, em comunicado.

As muitas mortes de civis e a enorme destruição durante a campanha de Israel contra militantes em áreas residenciais na Faixa de Gaza elevaram a preocupação internacional ao longo do último mês, mas os esforços para estender um cessar-fogo por meio de conversas no Cairo falhou.

Israel havia dito que estava disposta a concordar com uma extensão da trégua. Uma autoridade israelense disse, porém, que Israel nao iria negociar com os palestinos sobre a renovação da trégua enquanto os militantes continuarem lançando foguetes.

Já o Hamas disse que as facções palestinas não concordaram em prolongar a trégua, mas que iria continuar as negociações no Cairo.

((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702)) REUTERS PF AC

Reuters