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TEGUCIGALPA (Reuters) - A Suprema Corte de Justiça de Honduras adiou nesta quarta-feira uma esperada opinião sobre a restituição do presidente hondurenho deposto, Manuel Zelaya, um passo importante para superar a crise política de mais de quatro meses.
O Congresso pediu uma opinião à Suprema Corte e à procuradoria-geral para decidir se Zelaya pode ou não voltar ao poder com base em um acordo firmado no fim de outubro por negociadores do mandatário deposto e do presidente de facto, Roberto Micheletti, sob intermediação dos Estados Unidos.
Tanto Zelaya como Micheletti fizeram um chamado ao Congresso para que tomasse uma decisão. Mas a Suprema Corte, que se reuniu por seis horas, decidiu nomear uma comissão de cinco magistrados que elaborará uma decisão a ser votada pelo tribunal possivelmente na próxima quarta-feira.
"Não se pode dar uma opinião rápida, se deve analisar devidamente pela importância do assunto", disse à Reuters o porta-voz da Suprema Corte, Danilo Izaguirre.
(Reportagem de Miguel Angel Gutiérrez, Gustavo Palencia e Mario Naranjo)

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Reuters