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Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, fala em universidade na Cidade de Ho Chi Minh. 13/01/2017. REUTERS/Alex Brandon/Pool

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Por Mai Nguyen

CIDADE DE HO CHI MINH (Reuters) - O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, disse nesta sexta-feira estar confiante que a próxima administração do país manterá os mesmos princípios pacifistas sobre segurança na Ásia em curso hoje, apesar de duros comentários feitos pelos indicados pelo presidente eleito Donald Trump para seu gabinete. 

Referindo-se ao contestado Mar do Sul da China, Kerry disse a universitários na Cidade de Ho Chi Minh que países, pequenos ou grandes, devem evitar provocações e quaisquer disputas devem ser resolvidas pacificamente, de acordo com a lei internacional. 

Kerry disse estar “confiante que a próxima administração continuará a aderir com a mesma boa fé sobre as políticas que acabei de articular.”

Seus comentários vieram após o indicado de Trump para assumir o Departamento de Estado, Rex Tillerson, ter dito que os EUA devem mandar um “claro sinal” para a China de que a construção de ilhas no Mar do Sul da China deve parar, e que seu acesso a essas ilhas não deve ser permitido. 

Na quinta-feira, a escolha de Trump para liderar o Pentágono, o general reformado James Mattis, disse que Rússia, China e militantes islâmicos representavam os maiores desafios para a ordem mundial liderada pelos EUA desde a Segunda Guerra Mundial, e pediu que o Congresso cancelasse limites de gastos para prontidão militar. 

A China reivindica a maior parte do Mar do Sul da China, rico em energia e onde cerca de 5 trilhões de dólares em comércio circulam todos os anos. Os vizinhos Brunei, Malásia, Taiwan e Vietnã também reivindicam áreas desse mar. 

São sete os recifes reivindicados pela China na área, onde têm sido construídas ilhas com baterias antiaéreas e antimísseis, de acordo com imagens de satélites.  

Nesta sexta-feira, um influente jornal chinês disse que bloquear o acesso da China a ilhas no Mar do Sul da China exigira que os EUA "travassem uma guerra".

(Reportagem adicional de Martin Petty e Neil Jerome Morales em Manila)

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Reuters