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PRISTINA (Reuters) - Kosovo foi às urnas no domingo pela primeira vez desde que declarou sua independência da Sérvia no ano passado, com os partidos políticos prometendo enfrentar o desemprego, a corrupção, a infraestrutura deficiente e a escassez de investimentos externos.
Os líderes do Kosovo estimularam os cidadãos a votar de modo pacífico, após incidentes violentos --como o apedrejamento do carro do primeiro-ministro e um ataque a um candidato a prefeito-- terem marcado a última semana da campanha eleitoral.
O comparecimento às urnas da pequena minoria sérvia de Kosovo foi mínima, depois que líderes sérvios em Belgrado disseram aos eleitores que eles não deveriam "legitimar a independência de Kosovo".
Mas alguns eleitores da minoria sérvia em locais do sul do país foram votar pelos cargos em seus novos municípios, conforme o previsto no plano de independência de Kosovo traçado pelo ex-presidente da Finlândia Martti Ahtisaari.
"Hoje estamos demonstrando que nosso país e seus cidadãos merecem a independência, a democracia e a perspectiva de ingresso na União Europeia", disse o primeiro-ministro de Kosovo, Hashim Thaci.
Os agrupamentos políticos dominantes são o Partido Democrático de Kosovo (PDK), de Thaci, e a Liga Democrática de Kosovo (LDK), do presidente Fatmir Sejdiu, que são parceiros de coalizão no governo.
Cerca de 1,5 milhão de pessoas têm direito a votar nos prefeitos e membros das câmaras locais de 26 municípios. Os vencedores só serão conhecidos após o segundo turno das eleições para prefeito, que ocorrem dentro de um mês.
(Reportagem de Fatos Bytyci e Branislav Krstic)

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Reuters