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Presidente da Rússia, Vladimir Putin. 10/02/2017 REUTERS/Alexander Zemlianichenko/Pool

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MOSCOU (Reuters) - O Kremlin informou nesta segunda-feira que houve conversas sobre um possível encontro entre o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, antes de uma cúpula do G20 em julho, mas não há nada específico até o momento.

Os dois líderes nunca se encontraram, mas ambos disseram querer tentar remendar os laços entre os dois países, que atingiram o pior nível desde a Guerra Fria após a anexação em 2014 da Crimeia pela Rússia.

O novo governo dos EUA sofre pressão sobre a Rússia no entanto porque Michael Flynn, assessor de segurança nacional de Trump, luta para superar uma controvérsia sobre uma ligação que teve com o embaixador russo nos EUA, Sergei Kislyak, antes de Trump assumir.

Autoridades de alto escalão da Casa Branca revisaram no fim de semana contatos de Flynn e se ele discutiu a possibilidade de retirar sanções sobre a Rússia assim que Trump assumisse, que podem ser violações da lei que proíbe cidadãos privados de participarem de políticas externas.

Quando perguntado sobre isto nesta segunda-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse a repórteres em entrevista coletiva que Flynn e Kislyak não discutiram sobre retirada de sanções.

"É claro que todo embaixador informa ao centro (Moscou) sobre todos os contatos que tem, então a informação chega a nós, mas não iremos comentar discussões internas sendo feitas em Washington", disse Peskov.

Perguntado se houve conversas entre representantes russos e norte-americanos sobre alívio de sanções, Peskov disse: "Já dissemos que não houve nenhuma (conversa)".

(Reportagem de Maria Tsvetkova)

Reuters