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Porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, durante coletiva de imprensa em Sóchi 19/09/2016 REUTERS/Sergei Karpukhin

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MOSCOU (Reuters) - O Kremlin defendeu nesta segunda-feira a adocão de restrição na Coreia do Norte, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu durante o final de semana que "apenas uma coisa funcionará" para lidar com Pyongyang, sugerindo que uma ação militar está em seus planos.

Quando perguntado pela opinião da Rússia sobre os comentários de Trump, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse a repórteres:

"Moscou pediu e continua a pedir que todas as partes envolvidas no conflito, e que todos aqueles que têm qualquer coisa a ver com essa questão, pratiquem a restrição e evitem quaisquer passos que podem apenas piorar a situação".

Comentando outra declaração de Trump --de que os Estados Unidos podem se retirar do acordo nuclear com o Irã-- Peskov disse que tal ação teria "consequências negativas".

(Reportagem de Dmitry Solovyov)

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Reuters