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Por Julien Toyer e Sam Edwards

MADRI/BARCELONA (Reuters) - O líder regional da Catalunha disse nesta quinta-feira que irá seguir adiante com um referendo de 1º de outubro sobre uma separação da Espanha, desprezando uma decisão judicial, à medida que dezenas de milhares se juntaram em um segundo dia pelas ruas de Barcelona exigindo o direito de votar.

O líder catalão, Carles Puigdemont, disse que possuía planos de contingência em vigor para garantir que a votação seguisse adiante, desafiando diretamente Madri e empurrando o país para mais perto de uma crise política.

A Corte Constitucional da Espanha proibiu a votação neste mês após o primeiro-ministro Mariano Rajoy dizer que ela viola a Constituição espanhola de 1978, que diz que o país é indivisível. A maior parte dos partidos da oposição também é contra a votação.

“Todo o poder do Estado espanhol é estabelecido para prevenir que catalães votem”, disse Puigdemont em discurso televisionado.

“Iremos fazer isto porque temos planos de contingência em vigor para garantir que aconteça, mas acima de tudo porque possui apoio da imensa maioria da população, que está farta da arrogância e abuso do governo do Partido Popular."

Nesta quinta-feira, dezenas de milhares de pessoas se juntaram do lado de fora do principal tribunal da Catalunha, em Barcelona, cantando e tocando tambores, para protestar as prisões de autoridades em operações policiais em escritórios do governo regional na quarta-feira.

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Reuters