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Por Prak Chan Thul

PHNOM PENH (Reuters) - O líder de oposição do Camboja, Kem Sokha, foi preso na capital Phnom Penh, no começo do domingo, e o governo do primeiro-ministro veterano Hun Sen disse que ele está sendo acusado de traição.

O governo afirmou em um comunicado que tinha vídeos e outras evidências que apontavam para "planos secretos de conspiração entre Kem Sokha, outros e estrangeiros para prejudicar o Reino do Camboja".

"O ato acima dessa conspiração é traição", disse o comunicado.

A tensão tem crescido no país do sudeste asiático, às vésperas da eleição geral do ano que vem, na qual o partido de oposição deve desafiar o governo de mais de três décadas de Hun Sen.

Hun Sen é um antigo membro do Khmer Vermelho que se tornou um dos mais próximos aliados da China no país.

A filha de Kem Sokha, Monovithya Kem, que também é do Partido Nacional de Resgate ao Camboja (CNRP), disse no Twitter que Kem Sokha e seus guarda-costas foram levados por 100 a 200 policiais, que não tinham um mandato de prisão. "Não sabemos para onde o levaram", disse. 

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Reuters