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WASHINGTON (Reuters) - Executivos-chefes de importantes empresas norte-americanas se reuniram com o presidente Donald Trump na Casa Branca nesta sexta-feira, e alguns deles manifestaram preocupação com a medida que proibiu pessoas de sete países de maioria muçulmana de viajarem para os Estados Unidos.

Líderes empresariais disseram depois que o grupo, que inclui Jamie Dimon, do JP Morgan Chase, e Indra Nooyi, da Pepsi, discutiram regras bancárias, reforma fiscal e objeções à proibição decretada por Trump há uma semana.

Algumas companhias estão preocupadas com o impacto das restrições de viagens sobre os seus funcionários ou com a possibilidade de elas gerarem incertezas que abalem os mercados. As empresas de tecnologia também mostraram preocupações com as políticas migratórias de Trump por causa do número de trabalhadores estrangeiros que elas empregam.

A comunidade empresarial norte-americana tem se mostrado dividida em relação a impostos e imigração, e alguns líderes estão receosos de trabalhar com um presidente que ataca companhias que o contrariam, ameaçando, por exemplo, punições por causa de atividades industriais fora dos EUA.

O secretário de Segurança Interna, John Kelly, atualizou os líderes empresariais sobre as restrições de viagens, que causaram situações caóticas em grandes aeroportos do país e agora enfrentam recursos legais.

"Houve obviamente preocupações de diferentes pessoas e explicações, e esse tema tinha que ser tratado, e foi tratado”, afirmou Stephen Schwarzman, presidente-executivo do grupo Blackstone, e líder do grupo de aconselhamento, à Fox Business.

(Por Emily Stephenson e David Shepardson)

Reuters