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Ativistas usam máscaras de alguns dos líderes que participam da reunião do G20 em Hamburgo 06/07/2017 REUTERS/Fabrizio Bensch

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Por Noah Barkin e Paul Carrel

HAMBURGO (Reuters) - Líderes das maiores economias do mundo irão tentar transpor na sexta-feira diferenças profundas com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre mudanças climáticas e comércio, à medida que uma cúpula do Grupo dos 20 tem início em meio à ameaça de protestos violentos.

O encontro na cidade portuária de Hamburgo acontece em um momento de mudanças no cenário geopolítico global, com as políticas de “América Primeiro” de Trump aproximando mais a Europa e a China.

    Trump irá se encontrar com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, pela primeira vez na tarde de sexta-feira, em um encontro que será intensamente observado após acusações de agências da inteligência dos EUA de que Moscou interferiu na eleição norte-americana para ajudar Trump a vencer.

    A cúpula também aproxima Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, em um momento em que Washington está aumentando pressão para que Pequim contenha a Coreia do Norte, após a país testar o lançamento de um míssil balístico intercontinental.       

    Em meio a grandes ecos e conflitos difíceis de lidar, a anfitriã, a chanceler alemã, Angela Merkel, enfrenta a tarefa de guiar líderes em direção a um consenso sobre comércio, clima e imigração – todas as questões que se tornaram mais presentes desde que Trump entrou na Casa Branca, há meio ano.

    Enfrentando uma eleição em dois meses, Merkel se encontrou com Trump por uma hora em um hotel em Hamburgo na noite desta quinta-feira para tentar superar diferenças que enviados não foram capazes transpor em semanas de intensas conversas, incluindo uma viagem em cima da hora a Washington pelo principal assessor econômico da chanceler.

    Os dois líderes apertaram as mãos e sorriram para as câmeras, mostrando nenhuma da tensão que esteve presente no primeiro encontro entre os dois, em março em Washington, e na primeira visita de Trump à Europa, em maio, que levou a normalmente cautelosa Merkel a sugerir que os EUA não são mais parceiros confiáveis.

    “Há um certo balanço delicado que Angela Merkel terá que navegar de certa forma, porque não é certo se ser conflituosa não irá criar mais um problema de credibilidade para cooperação do G20”, disse o ministro das Finanças da Indonésia, Sri Mulyani Indrawati, em entrevista à Reuters.

    Uma autoridade alemã envolvida nas conversas disse esperar que negociadores trabalhem incessantemente para tentar quebrar o impasse antes de sábado, último dia da cúpula.

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Reuters