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BOGOTÁ (Reuters) - O México e a República Dominicana podem ajudar na libertação de reféns mantidos em cativeiros na selva guerrilha colombiana Farc, afirmou uma senadora colombiana que encabeça os esforços de negociações.
O grupo rebelde mais antigo da América Latina, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), mantém 24 soldados e policiais como reféns, alguns sequestrados há mais de 10 anos. As negociações de libertação sofreram um impasse sobre as condições de libertação.
A senadora Piedad Córdoba, parlamentar de esquerda que ajudou no processo de resgate de outros reféns anteriormente, afirmou que ela e o ex-presidente colombiano Ernesto Samper já contataram os governos do México e da República Dominicana.
"O primeiro passo foi tomado, creio que podemos abrir uma porta", disse Córdoba em nota publicada em seu site na quarta-feira. "Até o momento não há obstáculos às libertações."
Piedad não deu detalhes de como o México ou a República Dominicana podem ajudar. O governo colombiano não comentou imediatamente a notícia.
A outrora poderosa Farc, que já controlou grande parte da Colômbia, tem perdido força com as ofensivas do presidente Álvaro Uribe apoiadas pelos Estados Unidos. Os rebeldes perderam diversos líderes importantes e tem ocorrido muitas deserções.
Uribe, cujo pai foi morto em 1983 durante um sequestro das Farc, autorizou Piedad Córdoba, a Cruz Vermelha e a Igreja Católica a ajudar nas negociações.
Os rebeldes, financiados pelo narcotráfico, extorsões e sequestro, dizem ter plano para libertar logo dois soldados como gesto de bondade. Um deles, Pablo Moncayo, foi capturado em 1997 e se tornou um símbolo do sofrimento dos reféns.
(Reportagem de Patrick Markey em Bogotá)

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Reuters