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Presidente eleito da França, Emmanuel Macron, durante cerimônia no Jardim de Luxemburgo em Paris. 10/05/2017 REUTERS/Eric Feferberg

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Por Maya Nikolaeva e Marine Pennetier

PARIS (Reuters) - O presidente eleito da França, Emmanuel Macron, se empenhou em arregimentar conservadores moderados para sua causa nesta sexta-feira enquanto busca a vitória nas eleições parlamentares do mês que vem.

Macron, que até o ano passado era ministro da Economia do governo socialista em fim de mandato, rompeu as fronteiras tradicionais da política francesa ao conquistar a Presidência no dia 7 de maio sob a bandeira de seu próprio partido de centro com apenas um ano de existência, o República em Marcha! (REM).

Sua principal tarefa agora é tentar obter assentos suficientes para o REM na votação parlamentar de junho para ter uma maioria que lhe permita aprovar uma série de reformas econômicas benéficas ao empresariado.

Na quinta-feira, ele indicou 428 pessoas --cerca de metade das quais nunca concorreu a cargos eletivos antes-- para pleitearem vagas para o REM nos 577 distritos eleitorais do país.

Entre os nomes também 24 parlamentares desertores do Partido Socialista, e nesta sexta-feira a sigla cortejou moderados conservadores para seu movimento.

"Existe um grupo dentro do Os Republicanos (conservadores da França)... dizendo 'queremos ser úteis ao país, mas não queremos nos 'Macronizar'", disse o diretor de seleção de candidatos de Macron, Arnaud Leroy, ao canal BFM TV, citando várias figuras de destaque dos Republicanos.

"Nós, sendo pessoas responsáveis, estamos abertos ao debate. Não estou fechando nenhuma porta", disse.

Macron já abriu espaço no Parlamento que quer ver para o ex-primeiro-ministro socialista Manuel Valls. Também na quinta-feira sua equipe prometeu não lançar nenhum candidato contra o homem que representa uma ala do partido governista cujas visões de política se assemelham às de Macron.

O REM deixou claro que está aberto a mais acordos deste tipo com outros socialistas de renome da ala de direita da sigla e com parlamentares de inclinação à esquerda do Os Republicanos.

Por ora, o REM não está apresentando candidaturas para vagas ocupadas por aliados em potencial.

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Reuters