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Manifestantes do grupo Free Tibet durante visita do premiê chinês Li Keqiang a Londres. 17/06/2014 REUTERS/Neil Hall

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PEQUIM (Reuters) - Três manifestantes atingidos por tiros da policia na semana passada em uma região tibetana da China morreram em decorrência dos ferimentos, elevando para cinco o número de pessoas mortas no incidente, relatou um grupo de direitos humanos nesta quarta-feira.

O protesto irrompeu por causa da detenção do respeitado líder de um vilarejo na província de Sichuan, no sudoeste chinês, local frequente de manifestações de tibetanos contra o governo da China, disse a entidade Free Tibet, sediada na Grã-Bretanha, em comunicado.

Tsewang Gonpo, de 60 anos, Yeshe, de 42, e Jinpa Tharchin, de 18 anos, morreram presos em Ganzi depois de ter tratamento médico negado, segundo a organização.

“Estes tiros e o tratamento subsequente dos detentos expuseram a realidade do assim chamado ‘império da lei’ da China no Tibet”, disse a diretora do Free Tibet, Eleanor Byrne-Rosengren.

Os três tibetanos eram parentes de Wangdak, o líder levado sob custódia na semana passada por ter discordado das autoridades a respeito do assédio de mulheres da comunidade por parte de autoridades e de uma medida proibindo festivais locais, afirmou o Free Tibet.

A prisão de Wangdak desencadeou protestos de cerca de 100 tibetanos e as forças de segurança abriram fogo, ferindo pelo menos 10 pessoas, acrescentou o grupo.

Outras entidades de direitos humanos disseram na segunda-feira que duas pessoas morreram, incluindo uma que se suicidou na prisão como forma de protesto.

Os pedidos de comentário da polícia de Ganzi não tiveram resposta.

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Reuters