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LONDRES (Reuters) - O local de shows de música de Manchester onde um ataque suicida matou 22 pessoas durante um concerto da cantora Ariana Grande em maio vai reabrir no sábado pela primeira vez desde o ataque.

Um concerto beneficiente chamado "We Are Manchester" vai levantar dinheiro para um fundo de caridade responsável por estabelecer um memorial permanente na cidade no norte da Inglaterra.

As vítimas do ataque de 22 de maio na Manchester Arena incluíram muitas meninas, que formam a maior parte da base de fãs da cantora norte-americana. A mais jovem, Saffie Roussos, tinha oito anos.

Os pais que tinham ido buscar os filhos após o show também estão entre as vítimas mortas no ataque feito por Salman Abedi.

"Os eventos de maio nunca serão esquecidos, mas eles não vão nos impedir... de nos juntarmos para aproveitar música ao vivo", disse James Allen, gerente-geral do local, em um comunicado.

A seleção de artistas para o show de sábado, que estava com ingressos esgotados, inclui Noel Gallagher, ex-Oasis, uma das bandas mais bem-sucedidas surgidas em Manchester.

Também participando do show de sábado estarão o poeta local Tony Walsh, conhecido como Longfella, que levou multidões às lágrimas em uma vigília na região central de Manchester no dia seguinte ao ataque com seu poema "This Is The Place" (Este é o lugar, em tradução livre), que celebra o espírito da cidade.

Ariana Grande não vai participar, após ter cantado em um concerto beneficiente anterior, "One Love Manchester", que levantou fundos para as vítimas. O show de 4 de junho, que aconteceu em outro lugar em Manchester, também teve a participação de outros artistas, incluindo Justin Bieber, Coldplay, Miley Cyrus e Pharrell Williams.

(Por Estelle Shirbon)

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Reuters