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Homem é cercado por manifestantes em local de discurso de Richard Spencer em Gainesville, na Flórida 19/10/2017 REUTERS/Shannon Stapleton

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Por Zachary Fagenson

GAINESVILLE, Estados Unidos (Reuters) - Manifestantes gritando “vão para casa nazistas” buscaram abafar o discurso de um nacionalista branco na Universidade da Flórida nesta quinta-feira, e o campus ergueu barricadas e enviou dezenas de policiais para proteção contra agitações.

O evento de Richard Spencer na universidade em Gainesville, que fez com que o governador declarasse estado de emergência para preparação para possível violência, acontece cerca de dois meses após manifestações por neonazistas e supremacistas brancos em Charlottesville, Virgínia, desencadearem um confronto mortal com contra-manifestantes.

A violência em 12 de agosto acrescentou combustível a um debate nacional sobre raça e o presidente republicano Donald Trump foi alvo de críticas por culpar ambos os lados pelo confronto.

Nesta quinta-feira, diversas centenas de manifestantes marcharam do lado de fora de um centro de artes performáticas do campus onde Spencer discursou. Spencer lidera o Instituto de Política Nacional, um think tank nacionalista.

Em meio a forte presença da polícia, manifestantes que participavam da marcha gritaram “se levante, lute de volta” e “vá para casa, Spencer”. Um avião voou por cima do local com um cartaz que dizia “Amor domina ódio! Amor irá prevalecer!”.

Um homem contratado como segurança para a mídia foi preso por porte ilegal de arma no campus, informou o escritório do xerife do condado de Alachua.

Dentro do local, Spencer e manifestantes gritaram uns contra os outros.

“Eu não vou para casa”, disse Spencer. “Nós somos mais fortes que vocês e todos vocês sabem disso!”.

Cerca de 15 homens brancos, todos vestidos de camisas brancas e calças cáquis, levantaram suas mãos quando Spencer perguntou quem se identificava com a “alt-right”, um grupo com ideologias de direita e caracterizado pela rejeição às políticas convencionais e que inclui neonazistas, supremacistas brancos e antissemitas.

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Reuters