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Por Ed Stoddard e Zandi Shabalala

JOHANESBURGO/LONDRES (Reuters) - A mineradora de platina Lonmin <LMI.L> disse nesta quinta-feira que manifestantes de uma comunidade local demandando mil empregos interromperam a produção, danificando propriedades e intimidando funcionários ao redor de sua operação em Marikana e em outras na África do Sul.

Os protestos na Lonmin representam a mais recente instabilidade entre comunidades empobrecidas da África do Sul que buscam um pedaço maior dos lucros do minério e companhias enfrentando preços em baixa e custos em ascensão.

A Lonmin disse que a produção parou em dois locais devido aos protestos e que suas perdas totalizam aproximadamente 40 milhões de rands (3 milhões de dólares) ao longo de sete dias, mas que não pode aceitar as demandas dos manifestantes por empregos.

"Essas demandas não são realistas no atual clima econômico e não podem ser aceitas sem ameaçar a sustentabilidade do negócio", disse a Lonmin em comunicado. "A Lonmin passou recentemente por uma reestruturação, em consulta próxima com o sindicato que reconhece, e reduziu significativamente sua mão-de-obra como resultado. Simplesmente não podemos absorver funcionários adicionais nesse estágio", disse.

A companhia, que tem todas as suas minas na África do Sul, tem sido prejudicada durante anos por preços de platina baixos, custos em alta e greves, a forçando a pedir dinheiro para investidores duas vezes nos últimos cinco anos.

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Reuters