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Por Dan Whitcomb

LOS ANGELES (Reuters) - Milhares de pessoas devem se reunir neste domingo, em Los Angeles, para a passeata em apoio às vítimas de agressão sexual e assédio, inspiradas por uma campanha de mídia social que retratou o abuso como uma característica generalizada da vida americana.

A marcha #MeToo, que terminará em uma manifestação no cruzamento do Hollywood Boulevard, é resultado de uma série de acusações de homens e mulheres vítimas de pessoas de alto escalão da indústria do entretenimento.

O produtor de filmes Harvey Weinstein, o ator Kevin Spacey e o comediante Louis C.K. estão entre os acusados mais proeminentes.

"A conversa em torno do assédio em Hollywood incluirá outras indústrias se forçarmos a isso!", disseram os organizadores na página do evento no Facebook.

Cinco mulheres detalharam acusações de má conduta sexual contra o comediante vencedor do Emmy, Louis C.K. ao jornal The New York Times na quinta-feira. Ele admitiu as acusações contra ele em comunicado na sexta-feira e pediu desculpas por suas ações.

Segundo reportagem do NYT, em outubro, Weinstein, 65 anos, teria assediado oito mulheres que o acusaram de assédio sexual e contato indesejado. Conforme a revista New Yorker, Weinstein teria assediado 13 mulheres. Ele negou todas as acusações.

No início deste mês, Kevin Spacey pediu desculpas ao ator Anthony Rapp, que o acusou de tentar seduzi-lo em 1986, quando Rapp tinha 14 anos. Os representantes de Spacey disseram que o ator buscava tratamento.

As alegações inspiraram a campanha on-line #MeToo, que tem encorajado homens e mulheres em todos os setores a revelar suas próprias experiências com assédio e agressão sexual, muitas vezes anos após a ocorrência.

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Reuters