Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Foto do homem que acredita-se ser o recluso líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, em Mosul. 05/07/2014 REUTERS/Redes Sociais via Reuters TV

(reuters_tickers)

Por Christian Lowe

MOSCOU (Reuters) - A probabilidade de o líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, ter sido morto é de quase 100 por cento, disse o chefe do comitê de defesa da câmara alta do Parlamento da Rússia nesta sexta-feira, segundo a agência de notícias Interfax.

Há uma semana o Ministério da Defesa russo disse acreditar que havia matado Baghdadi quando um de seus ataques aéreos atingiu uma reunião de comandantes veteranos do Estado Islâmico nos arredores da cidade síria de Raqqa.

Mas grupos armados que lutam na região e autoridades dos Estados Unidos dizem não ter provas de que Baghdadi foi morto, e muitas autoridades regionais disseram estar céticas a respeito da informação de Moscou.

Segundo o relato da agência Interfax, o presidente do comitê parlamentar, Viktor Ozerov, disse que o Ministério da Defesa não teria divulgado informações sobre a morte de Baghdadi se acreditasse que mais tarde elas pudessem se mostrar incorretas.

"Acho que esta informação é quase 100 por cento", afirmou Ozerov, de acordo com a Interfax. "O fato de o Estado Islâmico ainda não tê-lo mostrado em lugar nenhum também aumenta nossa confiança de que Al-Baghdadi foi morto".

Baghdadi foi dado como morto ou ferido várias vezes desde que declarou um califado de uma mesquita de Mosul em 2014, depois de liderar uma ofensiva com seus combatentes através do norte do Iraque.

Sua morte seria um dos maiores golpes já sofridos pelo grupo jihadista, que está tentando defender seu território cada vez menor na Síria e no Iraque das forças apoiadas por potências regionais e globais.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters