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Mulher é acusada nos EUA de ajudar insurgentes no Iraque e na Síria

Este conteúdo foi publicado em 03. julho 2014 - 00:09

DENVER, Estados Unidos (Reuters) - Autoridades federais em Denver detiveram uma mulher nesta quarta-feira acusada de fornecer apoio material a insurgentes islâmicos que combatem os governos da Síria e do Iraque e de conspirar para cometer crime contra os Estados Unidos, disseram autoridades nesta quarta-feira.

De acordo com uma queixa-crime apresentada no Tribunal Distrital dos Estados Unidos no Colorado, Shannon Maureen Conley sabia que o grupo Estado Islâmico do Iraque e da Síria (Isis, na sigla em inglês) estava designado como uma organização terrorista estrangeira. No fim de semana, o grupo mudou seu nome para "Estado Islâmico".

Segundo os documentos, ela teria conhecido seu parceiro de conspiração, apenas identificado como Y.M., na Internet em 2013. O casal compartilhou "sua visão sobre o Islã", e Y.M. disse à mulher que era um membro ativo do grupo.

Os documentos revelaram que Conley planejava viajar à Síria via Turquia para se encontrar com Y.M. e já havia participado de um treinamento de táticas militares e armas de fogo com o Exército norte-americano, no Texas, em fevereiro deste ano.

Com o treinamento, segundo os documentos, Conley tinha o objetivo de dar suporte e ajudar os combatentes do Isil. O homem e ela também tinham a intenção de combater, se fosse necessário.

(Reportagem de Keith Coffman)

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