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WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos não vão assinar um acordo nas negociações mundiais comerciais a menos que outros países façam ofertas melhores para abrir seus mercados aos produtos agrícolas e manufaturados norte-americanos, além das empresas de serviços, disseram dois representantes comerciais do país na quarta-feira.
"Eu acredito que um bom acordo é factível. Mas não vamos fechar um acordo a qualquer custo", disse Michael Punke, o escolhido do presidente Barack Obama para ser embaixador dos EUA na Organização Mundial do Comércio, em uma audiência do Comitê de Finanças do Senado para sua nomeação.
"A partir das minhas reuniões e conversas com membros (do Congresso)..., entendo bastante claramente: nenhum acordo é melhor do que um acordo ruim", declarou Punke.
A Rodada de Doha de negociações comerciais foi lançada oito anos atrás com o objetivo de ajudar países pobres a prosperarem através do comércio. Líderes mundiais recentemente determinaram o objetivo de concluir um acordo no ano que vem.
Entretanto, autoridades comerciais dos EUA têm dito que precisam de muito mais clareza sobre as aberturas de mercado que grandes países em desenvolvimento como China, Brasil e Índia estão dispostos a fazer em troca de cortes politicamente difíceis nos subsídios agrícolas dos EUA e tarifas industriais.
"Com base nas informações que recebi, é do meu entendimento que as negociações de Doha tiveram avanços em algumas questões, mas os obstáculos maiores permanecem sem solução", disse Islam Siddiqui, indicado a negociador-chefe agrícola dos EUA.
(Por Doug Palmer e Roberta Rampton)

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Reuters