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WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse estar disposto a considerar uma utilização mais ampla de ataques militares no Iraque para combater militantes islâmicos, mas afirmou que os líderes políticos iraquianos precisam primeiro encontrar uma maneira de trabalhar juntos, segundo reportagem do New York Times.

Em uma longa entrevista realizada na sexta-feira, Obama também expressou arrependimento de não fazer mais para ajudar a Líbia, pessimismo sobre as perspectivas de paz no Oriente Médio, preocupação de que a Rússia invada a Ucrânia e frustração de que a China, super potência econômica, não tenha se oferecido para ajudar.

Obama autorizou, na quinta-feira, o exército norte-americano a realizar ataques direcionados aos combatentes do Estado islâmico no norte do Iraque, uma operação limitada, projetada para evitar o que chamou de um potencial “genocídio” e também para proteger os funcionários americanos que trabalham no país.

Mas na entrevista com o colunista do Times, Thomas Friedman, Obama disse que os EUA podem eventualmente fazer mais para ajudar o Iraque a repelir o grupo militante.

"Não vamos deixar que eles criem nenhum califado através da Síria e do Iraque”, disse Obama na entrevista, cujos trechos foram publicados na noite de sexta-feira no site do Times.

“Mas só poderemos fazer isso se soubermos que temos parceiros no campo que sejam capazes de preencher o vazio”, disse ao jornal.

(Reportagem de Roberta Rampton)

Reuters