Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Por Richard Cowan
WASHINGTON (Reuters) - O governo Obama quer um plano abrangente para diminuir as emissões norte-americanas de gases causadores do efeito estufa, e não um que imponha metas de redução de carbono a apenas algumas indústrias como as de energia, afirmou um conselheiro sênior da Casa Branca nesta sexta-feira.
A conselheira de Mudanças Climáticas da Casa Branca Carol Browner disse, num fórum do Conselho Americano de Energia Renovável, que o governo busca "uma abordagem econômica ampla" para controlar as emissões de dióxido de carbono.
Ela respondia a uma pergunta da plateia, após um discurso cujo foco principal foram as medidas já tomadas pelo governo Obama para reduzir emissões e a necessidade de medidas nacionais e internacionais no longo prazo.
As observações da conselheira surgem num momento em que as nações preparam-se para a Conferência do Clima em Copenhague em dezembro, para definir um acordo entre países desenvolvidos e emergentes sobre metas obrigatórias de redução de dióxido de carbono até 2050.
As negociações em torno de um tratado são controversas. "Nós vamos passar os próximos seis a 12 meses finalizando um acordo internacional", disse Carol.
O debate sobre um projeto de lei que trata de metas de redução de emissões no Congresso, entretanto, não tem sido menos controverso, o que leva a uma especulação sobre a possibilidade de o Senado não aprovar um projeto de controle abrangente no próximo ano. Se isso ocorrer, ele poderia optar por uma abordagem menos dura.
"Nesta semana, o conceito de uma legislação para definir limites somente para as emissões do setor elétrico voltaram à tona", de acordo com uma nota do analista de energia Robert W.Baird and Co.
As companhias elétricas respondem por cerca de um terço das emissões americanas de gases do efeito estufa, acusados de serem os causadores do aquecimento global.

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

Reuters