Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e família durante passeio de rafting em Bali, na Indonésia. 26/06/2017 Antara Foto/Wira Suryantala/via REUTERS

(reuters_tickers)

Por Jessica Damiana

JACARTA (Reuters) - De um passeio de rafting em Bali a visitar templos em Java, as férias da família do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama estão sendo acompanhadas de perto na Indonésia, onde Obama morou por quatro anos quando criança.

Obama tinha 6 anos quando se mudou para Jacarta depois que sua mãe norte-americana, Ann Dunham, se casou com um indonésio após o fim do casamento com o pai queniano de Obama.

"Me sinto orgulhoso de meu amigo ter se tornado presidente", disse Sonni Gondokusumo, de 56 anos, ex-colega de classe de Obama na escola primária Menteng 01, em Jacarta.

Gondokusumo mostrou uma fotografia da turma em que aparece atrás de Obama, que estava usando uma boina da escola.

"Ele era um garoto inteligente. Sempre que um professor pedia que ele resolvesse um problema na frente da classe, ele resolvia", disse Gondokusomo à Reuters, acrescentando que esperava encontrar novamente o agora ex-presidente.

Obama continua a ser popular na nação muçulmana mais populosa do mundo e sua viagem dominou a mídia durante um feriado prolongado para marcar o fim do mês de jejum do Ramadã. O jornal Rakyat Merdeka publicou uma manchete "Obama ama a Indonésia".

Obama esteve no país para uma visita oficial como presidente em 2010 com sua esposa, Michelle, mas desta vez o casal levou também as filhas Malia e Sasha. O ex-presidente iniciou as férias na ilha de Bali, onde ficou no luxuoso Four Seasons Resort Bali, perto do centro cultural de Ubud.

Na quarta-feira, Obama e sua família chegaram à cidade de Yogyakarta, na ilha de Java, e visitaram o antigo templo de Borobudur. Obama deve encontrar o presidente indonésio, Joko Widodo, na sexta-feira, no palácio de Bogor, ao sul de Jacarta, e visitar a capital no sábado.

Reuters