Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Placa adverte sobre perigo de calor extremo na Califórnia, Estados Unidos. 29/06/2013 REUTERS/Steve Marcus

(reuters_tickers)

Por Dan Whitcomb

LOS ANGELES (Reuters) - Quatro pessoas, incluindo um morador de rua, morreram devido a uma onda de calor recorde no sudoeste dos Estados Unidos, segundo relatos da mídia, à medida que as temperaturas acima de 37º Celsius levaram moradores a permanecer dentro de casa e forçaram companhias aéreas a cancelar voos.

As primeiras duas mortes causadas pela onda de calor de três dias aconteceram na segunda-feira na região de Santa Clara, na Califórnia, e incluíram um sem-teto encontrado dentro de um carro, informou o jornal San Jose Mercury News.

As vítimas foram identificadas apenas como um homem de 72 anos e uma mulher de 87 anos.

"É trágico quando alguém morre de hipertermia, porque na maioria dos casos isso poderia ter sido prevenido", disse a médica Michelle Jorden, do instituto médico legal da região de Santa Clara ao jornal.

"A hipertermia e o estresse térmico acontecem quando o sistema de regulação de calor do corpo não consegue lidar com o calor. Pode acontecer com qualquer um, por isso é importante estar em um local fresco, beber bastante água e tomar um banho frio se você está ficando com muito calor", disse Jorden.

Os corpos de um pai de 57 anos e de seu filho de 21 anos da cidade de Corpus Christi, no Texas, foram encontrados no início da semana no Parque Nacional das Cavernas de Carlsbad, no Novo México, onde eles estavam caminhando, informou a mídia.

A polícia de Novo México disse a uma afiliada da NBC que as altas temperaturas no Estado, que ultrapassaram 37,8º, contribuíram para a morte dos dois homens.

(Reportagem de Dan Whitcomb e Brendan O'Brien)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters