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Vista do porto de Hodeida, no Iêmen 7/11/2017 REUTERS/Abduljabbar Zeyad

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Por Stephanie Nebehay

GENEBRA (Reuters) - A Organização das Nações Unidas (ONU) e a Cruz Vermelha exortaram a coalizão militar liderada pelos sauditas que luta no Iêmen a reabrir o canal de ajuda humanitária para levar alimentos e remédios para o país, onde se estima que cerca de sete milhões de pessoas estão à beira da fome.

Na segunda-feira a coalizão encabeçada pela Arábia Saudita, que combate o movimento houthi no Iêmen, disse que fecharia todo o acesso terrestre, marítimo e aéreo à nação da Península Arábica para conter o fluxo de armas vindo do Irã.

    Os sauditas e seus aliados dizem que os houthis obtêm armas do Irã, seu arqui-inimigo. Teerã nega as acusações e culpa Riad pelo conflito iemenita.

    O Conselho de Segurança da ONU deve ser reunir na quarta-feira, a pedido da Suécia, para debater a situação humanitária no Iêmen, disseram diplomatas em Nova York.

    "Pedimos que todos os portos aéreos e marítimos permaneçam abertos para que alimentos, combustível e remédios possam entrar no país", disse Jens Laerke, do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas, em Genebra.

    Ele disse que atualmente as operações humanitárias estão "bloqueadas" porque os portos aéreos e marítimos iemenitas estão fechados.

A coalizão comandada pelos sauditas pediu à entidade para "informar todas as embarcações comerciais nos portos de Hodeidah e Saleef para que partam", disse Laerke, referindo-se a portos do Mar Vermelho controlados pelos houthis.

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Reuters