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Por Jeffrey Dastin

(Reuters) - A proibição de viagens dos Estados Unidos para pessoas com nacionalidade de sete países do Oriente Médio pegou a indústria aérea despreparada, com a tripulação de voo desses locais também proibida de entrar no país, disse no sábado a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês).

A Fiscalização de Alfândega e Proteção de Fronteira dos EUA informou ao grupo que os portadores de passaportes de países como Irã e Iraque, incluindo a tripulação de cabine, serão impedidos de entrar nos EUA, informou a Iata por email às companhias aéreas membros, ao qual a Reuters teve acesso.

O email destaca a confusão das companhias aéreas sobre a situação, bem como o desafio de agenda que algumas tripulações podem enfrentar.

As companhias aéreas também podem perder negócios, citando como exemplo os cerca de 35 mil viajantes do Irã que visitaram os Estados Unidos em 2015, de acordo com o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.

"Grande parte desse desenvolvimento ocorreu no fim de semana e em um momento em que a equipe de Facilitação da Iata esteve em viagem de serviço. Infelizmente, nossa resposta foi mais lenta do que gostaríamos", diz o email. "Inúmeras (questões) ainda precisam ser resolvidas."

O decreto do presidente Donald Trump proíbe a entrada por 90 dias de viajantes com passaportes do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen.

(Reportagem adicional de Alexander Cornwell em Dubai)

Reuters