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Militares norte-americanos observam enquanto presidente Donald Trump anuncia nova política para guerra no Afeganistão, no Estado de Virgínia 21/08/2017 REUTERS/Joshua Roberts

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Por Robert-Jan Bartunek

BRUXELAS (Reuters) - A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) saudou nesta terça-feira a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de enviar mais forças ao Afeganistão como parte de uma nova estratégia dos EUA que disse exigir mais soldados e financiamento dos aliados.

Trump, que concorreu à Casa Branca no ano passado com a promessa de uma retirada rápida do Afeganistão, mudou de rumo na segunda-feira e prometeu uma campanha militar intensificada contra os insurgentes do Taliban, dizendo: "Nossas tropas lutarão para vencer".

Autoridades dos EUA disseram que o presidente aprovou planos para enviar cerca de 4 mil soldados norte-americanos adicionais, que se somarão aos cerca de 8.400 que estão atualmente em solo afegão.

Mas seu discurso não definiu os parâmetros para encerrar com sucesso a guerra iniciada com a invasão do Afeganistão liderada pelos EUA em 2001, e que ele admitiu ter exigido "um sacrifício extraordinário de sangue e tesouro".

"Pediremos a nossos aliados da Otan e parceiros globais que apóiem nossa nova estratégia, com tropas adicionais e aumentos de financiamento alinhados aos nossos. Temos confiança de que eles o farão", disse Trump.

Esse comentário indicou que ele aumentará a pressão sobre parceiros norte-americanos já incomodados com suas exigências recorrentes para que aumentem suas contribuições à Otan e por sua descrição da aliança como "obsoleta" -- embora Trump tenha afirmado, depois que tomou posse, que este não é mais o caso. 

O secretário-geral da Otan, general Jens Stoltenberg, disse em um comunicado: "A Otan continua plenamente comprometida com o Afeganistão, e espero poder discutir o caminho adiante com o secretário (de Defesa dos EUA, James) Mattis e com nossos aliados e parceiros internacionais".

A Otan tem 12 mil soldados no Afeganistão, e 15 países prometeram mais, disse Stoltenberg.

(Reportagem adicional de Thomas Escritt em Berlim)

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Reuters