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Um policial dispara gás lacrimogênio contra partidários da oposição durante protesto contra o presidente Nicolás Maduro em Caracas, na Venezuela. 04/05/2017 REUTERS/Carlos García Rawlins

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CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Oito países da América Latina denunciaram na quinta-feira o "uso excessivo da força" das autoridades venezuelanas contra manifestantes civis, depois que o número de mortos nos protestos contra o governo da Venezuela subiu para 36.

As oito nações --Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México e Paraguai-- condenaram o aumento da violência na Venezuela e pediram ao governo venezuelano que respeite os direitos humanos de seus cidadãos.

"Condenamos o uso excessivo da força por parte das autoridades venezuelanas contra a população civil que marcha para protestar contra as medidas do governo que afetam a estabilidade democrática, polarizam ainda mais a sociedade venezuelana e causam a perda de vidas", disseram os oito governos em um comunicado conjunto.

A Costa Rica chegou a chamar de volta sua principal autoridade diplomática na Venezuela, Ana Patricia Villalobos, para consultas, na noite de quinta-feira.

Os venezuelanos, já abalados pelos protestos que resultaram em mortes de manifestantes, apoiadores do governos, transeuntes e agentes de segurança, foram surpreendidos na quinta-feira por rumores sobre a possível morte do líder de oposição preso Leopoldo López.

O governo de esquerda do presidente Nicolás Maduro, que enfrenta desde o ano passado uma grande onda de protestos, emitiu posteriormente um breve vídeo em "prova de vida" no qual López disse estar bem.

(Reportagem de Alexandra Alper e Adriana Barrera)

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Reuters