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Papa Francisco durante conferência na Basílica de São João de Latrão, em Roma 19/06/2017 REUTERS/Tony Gentile

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PARIS (Reuters) - O papa Francisco consultou uma psicanalista judia uma vez por semana durante seis meses nos anos 1970 e considerou a experiência benéfica, segundo relato que aparece em um novo livro.

"Durante seis meses eu a procurei uma vez por semana para lançar luz sobre certas coisas", disse o líder religioso argentino em uma série de entrevistas ao sociólogo francês Dominique Wolton, trechos das quais foram publicados pelo jornal Le Figaro nesta sexta-feira.

    "Ela era muito boa, muito profissional... mas sempre ficou no seu devido lugar", disse o papa de 80 anos, acrescentando que tinha 42 anos à época. "Ela me ajudou muito."

    Os trechos divulgados não identificam a psicanalista nem explicam por que as sessões foram marcadas. Francisco disse que ela o procurou quando estava à beira da morte, "não pedindo sacramentos, porque era judia, mas para um diálogo espiritual".

    Francisco, que vem defendendo uma Igreja Católica mais aberta e inclusiva, criticou os "padres rígidos, que têm medo de se comunicar".

    "É um tipo de fundamentalismo. Quando encontro pessoas rígidas, especialmente se são jovens, digo a mim mesmo que estão doentes. Na verdade estão buscando segurança."

    O livro, "Papa Francisco: Encontros com Dominique Wolton, Política e Sociedade", será lançado pela Les Editions de L'Observatoire em 6 de setembro.

    (Por Leigh Thomas)

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Reuters