Por Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco disse neste domingo que deseja fazer sua adiada visita ao Sudão do Sul no próximo ano e exortou os líderes do país a superar suas divisões e a acabar com o sofrimento de seu povo.

Francisco falou da crise no país mais jovem do mundo três dias depois que seu presidente e um ex-líder rebelde concordaram em adiar a formação de um governo de unidade por 100 dias além do prazo de 12 de novembro. Esta data, inclusive, já era uma extensão do prazo original de maio passado.

Falando em sua bênção semanal na Praça de São Pedro, Francisco disse que "terá que visitar" o Sudão do Sul no próximo ano.

Uma viagem do papa ao Sudão do Sul, que é predominantemente cristão, estava prevista para 2017, mas teve que ser cancelada por causa da instabilidade política e da falta de segurança.

"Quero renovar meu convite a todos os lados do processo político nacional para buscar o que os une e superar o que os divide, em um espírito de verdadeira fraternidade", disse Francisco.

Em abril passado, um mês antes do prazo original, o papa levou o presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, o líder da oposição, Riek Machar, e outros políticos ao Vaticano para um retiro.

Em um gesto dramático no último dia do retiro, Francisco se ajoelhou aos pés dos líderes, pedindo que não retornassem a uma guerra civil que terminou com um acordo de paz instável em 2018.

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