Por Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco pediu que seus auxiliares retomassem o plano de visitar o Sudão do Sul, viagem que teve de ser descartada em 2017 por causa da guerra civil no país mais jovem do mundo.

Durante uma reunião com o presidente do país, Salva Kiir, neste sábado, Francisco "expressou o desejo de verificar as condições para uma possível visita ao Sudão do Sul", disse o Vaticano, em um comunicado.

Acrescentou que gostaria de fazer da viagem um "sinal de proximidade para a população e de encorajamento para o processo de paz".

O produtor de óleo Sudão do Sul, que se tornou independente em 2011, entrou em guerra civil em dezembro de 2013, quando uma disputa entre Kiir e seu demitido vice Riek Machar iniciou as lutas, frequentemente com um aspecto étnico.

Em setembro, Kiir, que é católico, e Machar, presbiteriano, assinaram um acordo de paz pedindo que as duas principais facções rivais se juntassem, projetassem e treinassem suas respectivas forças, para unificá-las em um exército nacional, antes da formação de um governo de união, em maio.

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