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Ex-diretor do FBI, James Comey, em Washington. 03/05/2017 REUTERS/Kevin Lamarque

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Por Patricia Zengerle e Dustin Volz

WASHINGTON (Reuters) - As principais autoridades de inteligência dos Estados Unidos serão questionadas a respeito de uma investigação do FBI sobre o suposto envolvimento da Rússia na eleição norte-americana de 2016 e das repercussões da demissão do ex-diretor da Polícia Federal dos EUA, James Comey, quando comparecerem a uma audiência do Senado nesta quarta-feira.

A audiência de abertura do Comitê de Inteligência do Senado contará com a presença de autoridades intimamente ligadas à decisão abrupta do presidente norte-americano, Donald Trump, de demitir Comey, o que provocou acusações de que o presidente republicano estava tentando impedir o inquérito do FBI e abafar dúvidas sobre um possível conluio entre a sua campanha e a Rússia.

O vice-procurador-geral, Rod Rosenstein, segunda maior autoridade do Departamento de Justiça que assinou uma carta recomendando a demissão de Comey, irá testemunhar um dia antes do depoimento ansiosamente aguardado do próprio Comey.

O testemunho público de Rosenstein será o primeiro desde que ele indicou – devido à pressão crescente do Congresso – o ex-diretor do FBI Robert Mueller como conselheiro especial para investigar os possíveis laços entre a Rússia e a eleição.

O diretor interino do FBI, Andrew McCabe, que assumiu depois que Comey foi demetido, também estará na audiência.

Nesta quarta-feira Trump disse que planeja indicar Christopher Wray, ex-procurador-geral assistente do ex-presidente George W. Bush, como diretor do FBI. O Senado precisa aprovar a nomeação.

As investigações sobre a Rússia vêm assombrando a Presidência Trump desde a posse em janeiro, e ameaçam minar suas prioridades políticas, já que vários comitês congressuais estão realizando suas próprias apurações sobre a suposta interferência russa.

O Kremlin nega a conclusão das agências de inteligência dos EUA, segundo as quais Moscou tentou influenciar a campanha eleitoral a favor de Trump, inclusive com invasões cibernéticas de emails de democratas de primeiro escalão. Trump nega qualquer conluio.

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Reuters