Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Logo do Facebook é vista em um Ipad em Burdeos, na França 10/03/2016 REUTERS/Regis Duvignau/Ilustração

(reuters_tickers)

LONDRES (Reuters) - Uma comissão parlamentar britânica escreveu para o presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, pedindo informações sobre qualquer atividade paga por contas da rede social ligadas à Rússia envolvendo o referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia, em 2016, e as eleições parlamentares do país neste ano.

O pedido foi feito por Damian Collins, presidente do Comitê Digital, de Mídia e Esportes do Parlamento, como parte de seus esforços para reunir provas para um inquérito que está conduzindo sobre notícias falsas.

O parlamentar pediu ao Facebook que forneça exemplos de todos os anúncios comprados e todas as páginas criadas por contas ligadas à Rússia, informações sobre a segmentação desses anúncios e páginas e quantas vezes foram vistos.

A comissão britânica abriu seu inquérito sobre notícias falsas em janeiro, mas foi suspenso quando as eleições gerais foram convocadas para junho. O prazo para a apresentação de provas é 7 de novembro.

A investigação busca entender o impacto de notícias falsas sobre a compreensão pública do mundo e a resposta ao jornalismo tradicional, as responsabilidades das plataformas de redes sociais e a forma como as pessoas podem ser educadas para avaliar fontes de notícias.

No Reino Unido, o interesse em se a Rússia desempenhou um papel em processos políticos, como no referendo de junho de 2016 sobre a retirada do país da União Europeia e as eleições gerais de junho de 2017, vem aumentando nas últimas semanas.

A Rússia negou interferir nos assuntos internos de outros países.

(Por Estelle Shirbon)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters