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NAIRÓBI (Reuters) - Piratas da costa da Somália que sequestraram um navio petroleiro com oito tripulantes do Sri Lanka a bordo estão exigindo resgate para liberar a embarcação, disse a Força Naval da União Europeia (Navfor).

Os criminosos tomaram o Aris 13, que navega com bandeira das Ilhas Comores, na segunda-feira, no primeiro sequestro do tipo na região desde 2012, e o levaram ao porto de Alula, na região semiautônoma de Puntland, no norte da Somália.

"A Força Naval da UE... recebeu confirmação positiva do comandante do... Aris 13 de que no momento seu navio e sua tripulação estão sendo mantidos como reféns por vários possíveis piratas armados em um ancoradouro no litoral norte de Puntland, perto de Alula", informou a força em um comunicado no final da terça-feira.

A Navfor disse que, assim que recebeu um alerta sobre a captura da embarcação, enviou aeronaves de patrulha de sua base de Djibouti para tentar fazer contato por rádio, e que no final da terça-feira seu quartel-general de Londres conseguiu se comunicar com o comandante do navio por telefone.

"O comandante confirmou que homens armados estão a bordo de seu navio e que estão exigindo resgate para a liberação do navio. A Força Naval da UE agora passou a informação referente ao incidente aos proprietários do navio", informou a Navfor, sem dar detalhes sobre o valor do resgate.

O Aris 13 pertence à empresa panamenha Armi Shipping e é administrado pela Aurora Ship Management, dos Emirados Árabes Unidos, de acordo com o site de dados de navegação Equasis, mantido pelo Ministério do Transporte da França.

Especialistas disseram que os proprietários de embarcações estão relaxando depois de um período longo sem muitos ataques e que o navio era um alvo fácil por estar baixo, lento e próximo da costa.

Os donos e administradores do navio não comentaram de imediato.

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Reuters