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Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu 19/02/2017 REUTERS/Dan Balilty/Pool

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JERUSALÉM (Reuters) - A polícia israelense disse na quinta-feira que tem provas de que um ex-chefe de gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tratou ilegalmente de seus próprios interesses comerciais enquanto ocupava o cargo.

As alegações contra Ari Harow têm sido amplamente divulgadas na mídia israelense, e parece improvável que este último desdobramento tenha qualquer impacto político sobre o primeiro-ministro, que está, ele próprio, envolvido em duas outras investigações de corrupção.

A polícia informou em um comunicado que está investigando Harow desde meados de 2015, pouco depois de ele ter deixado o cargo de chefe de gabinete de Netanyahu. Harow tinha sido nomeado no ano anterior, depois de deixar sua empresa de consultoria 3H Global.

Antes de assumir o cargo, Harow tinha "prometido vender a empresa que possuía e não se envolver em assuntos relacionados a ela", disse o comunicado.

A investigação, entretanto, descobriu que Harow parece ter vendido falsamente a empresa e que "continuava a deter, desfrutar seus lucros e promover seus interesses" enquanto estava no cargo, disse a polícia.

Harow tem negado ter feito algo errado. A Reuters não conseguiu contatar seu advogado para comentar.

A polícia disse que estava enviando à promotoria suas descobertas, o que poderia levar a denúncias sobre suborno, fraude e violação de confiança.

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Reuters