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Funcionários eleitorais contam votos durante uma auditoria do segundo turno das eleições presidenciais em Cabul, no Afeganistão, no início de agosto. 03/08/2014 REUTERS/Mohammad Ismail

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Por Jessica Donati

CABUL (Reuters) - O próximo presidente do Afeganistão devia ter sido empossado nesta segunda-feira, mas a data da posse foi adiada para setembro, já que os candidatos rivais não concordaram com o vencedor de uma eleição esperada para ser a primeira transferência democrática de poder do país.

Como parte de um acordo mediado pelos Estados Unidos, os adversários Abdullah Abdullah e Ashraf Ghani devem formar um governo de união nacional e cooperar na auditoria de todos os oito milhões de votos depositados nas urnas para eliminar os temores de uma fraude eleitoral generalizada.

O Afeganistão está em crise desde o contestado primeiro turno da eleição presidencial de abril, e o impasse acabou com a esperança de uma transferência de poder sem sobressaltos.

O presidente Hamid Karzai, que governa o país desde 2001, havia dito que o novo líder assumiria em 25 de agosto, mas seu porta-voz declarou nesta segunda-feira que a data jamais foi estabelecida como o dia da posse.

Seja qual for o plano, também nesta segunda-feira a Comissão Eleitoral Independente ainda tabulava os votos do segundo turno, realizado sob supervisão da Organização das Nações Unidas (ONU) em 14 de junho.

Reuters