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Princesa Diana segura o filho príncipe Harry em uma sessão de fotos em Mallorca, na Espanha. 9/08/1988 REUTERS/Hugh Peralta/File Photo

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LONDRES (Reuters) - O príncipe Harry, do Reino Unido, disse ao jornal The Telegrah que fez terapia quando já tinha quase 30 anos para ajudar a lidar com a morte da mãe, que aconteceu mais de uma década antes.

Harry, cuja mãe Diana morreu em uma acidente de carro em Paris em 1997 quando ele tinha apenas 12 anos, disse que chegou "muito perto de um completo colapso nervoso" em diversas ocasiões após ignorar suas emoções, o que impactou tanto em seu trabalho como em sua vida pessoal.

"A minha maneira de lidar com isso era me recusar a pensar na minha mãe, porque como isso iria ajudar? Só vai te deixar triste, mas não vai trazer ela de volta", disse o príncipe em uma entrevista publicada nesta segunda-feira.

"Então do lado emocional, eu pensava 'ok, nunca deixe suas emoções fazerem parte de nada".

Harry disse que seu irmão mais velho, o príncipe William, o encorajava a buscar ajuda, e que ele já tinha consultado um psicólogo diversas vezes. Ele também começou a praticar boxe para lidar com a agressão, após sentir que estava "a ponto de socar alguém".

"Eu comecei a conversar e de repente, toda aquela tristeza que eu nunca tinha processado veio à tona e eu comecei a perceber que tinha muita coisa com o que eu precisava lidar", disse, acrescentando que ele tinha vivido dois anos de "caos total".

(Reportagem de Kylie MacLellan)

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Reuters