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A primeira-ministra britânica, Theresa May, em Calverton, no Reino Unido. 06/04/2017 REUTERS/Andrew Yates

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LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, disse nesta quinta-feira, que o Reino Unido acredita que o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, foi responsável pelo suposto ataque com gás venenoso na província síria de Idlib, apesar de o regime negar qualquer responsabilidade.

Em uma entrevista mais cedo nesta quinta-feira com a agência AFP, Assad disse que o suposto ataque com gás, que os Estados Unidos e aliados dizem ter sido lançado pelos militares sírios, foi "100 por cento falsificado".

"Acreditamos que é altamente provável que o ataque tenha sido realizado pelo regime Assad", disse May em declaração transmitida pela televisão. "Além de qualquer outra coisa, acreditamos que apenas o regime tem capacidade de fazer um ataque desse tipo", acrescentou.

A delegação britânica no órgão internacional de fiscalização de armas químicas disse também nesta quinta-feira que testes realizados em amostras retiradas do local do suposto ataque tiveram resultado positivo para o agente nervoso sarin.

(Reportagem de Michael Holden)

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