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Presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Paul Ryan, durante entrevista coletiva em Washington 24/03/2017 REUTERS/Jonathan Ernst

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Por Doina Chiacu

WASHINGTON (Reuters) - O republicano mais graduado no Congresso dos Estados Unidos declarou nesta terça-feira seu apoio a Devin Nunes, aliado do presidente norte-americano, Donald Trump, que preside o comitê de inteligência da Câmara dos Deputados e está sob fogo cerrado pela condução de uma investigação sobre possíveis elos da Rússia com a campanha eleitoral de Trump.

Democratas acusam Nunes de ser próximo demais do presidente para comandar o inquérito. Até alguns dos correligionários de Nunes questionaram sua objetividade depois que ele fez um anúncio polêmico sobre a vigilância da agência de espionagem dos EUA na semana passada.

Quando indagado, em uma coletiva de imprensa, se Nunes deveria se abster da investigação e se conhece a fonte das afirmações do colega sobre a vigilância, o presidente da Câmara, Paul Ryan, respondeu "não e não".

Durante um evento na Casa Branca, Trump não quis dizer se Nunes deveria se afastar. O espectro de uma possível influência russa na eleição a favor de Trump ofuscou seus dois primeiros meses no cargo.

Na semana passada Nunes anunciou, sem dar a fonte, ter informações de que associados de Trump podem ter se enredado na coleta incidental de inteligência antes de o presidente tomar posse, em janeiro.

O parlamentar reconheceu ter visitado a Casa Branca antes de fazer o comunicado, mas não quis dizer quem encontrou no local.

Críticos afirmam que a revelação de Nunes foi uma tentativa de justificar as acusações infundadas de Trump, que neste mês disse que seu antecessor democrata, Barack Obama, mandou plantar escutas na Trump Tower, seu quartel-general de campanha.

(Reportagem adicional de Susan Heavey e Patricia Zengerle)

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Reuters