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Presidente francês, Emmanuel Macron, durante reunião no Palácio do Eliseu, em Paris 20/07/2017 REUTERS/Julien de Rosa/Pool

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Por Michel Rose e Marine Pennetier

PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, colocou nesta quarta-feira um grupo de pessoas relativamente desconhecidas, algumas de fora da política, em funções ministeriais para substituir as que saíram por acusações de corrupção em somente semanas de seu mandato.

As novas nomeações acontecem à medida que o principal partido conservador da França se despedaçou sob o impacto da súbita ascensão de Macron à Presidência, e a mudança sísmica que isto causou continua a ecoar pela política francesa.

A empresária Florence Parly, que trabalhou anteriormente em um governo socialista e para grandes companhias de transporte francesas, foi nomeada ministra da Defesa, e a especialista legal Nicole Belloubet foi nomeada ministra da Justiça, substituindo dois dos que partiram.

Jacques Mezard foi transferido do Ministério da Agricultura para o Ministério de Planejamento Territorial, desocupado anteriormente nesta semana pelo braço-direito de Macron, Richard Ferrand. Stéphane Travert, apoiador de Macron, assumiu a pasta da Agricultura.

O rearranjo de Macron, designando mais pessoas do mundo não político, reflete o perfil de muitos de seus recém-eleitos membros do Parlamento.

A reestruturação também mantém um frágil equilíbrio de pessoas da esquerda, direita e centro e possui uma mulher a mais do que homens.

O rearranjo acontece após um grupo de ministros de um partido centrista afiliado, MoDem, renunciar por acusações de que o partido usou de maneira imprópria fundos do Parlamento Europeu.

Os que deixaram os ministérios da Justiça e Defesa foram, respectivamente, François Bayrou, líder do partido MoDem, e Sylvie Goulard – que era vista como elemento-chave para os planos de Macron de laços mais fortes com a Alemanha.

Bayrou, aliado de Macron desde que endossou sua candidatura centrista à Presidência em fevereiro, disse que renunciou para proteger o governo de um escândalo que lhe envolveu.

“Irei ficar ao lado do presidente e apoiá-lo fielmente com um entendimento político e pessoal que é valioso para mim”, disse Bayrou a jornalistas.

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Reuters