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BEIRUTE (Reuters) - O presidente libanês, Michel Aoun, disse neste sábado que uma solução seria encontrada para uma disputa política que bloqueou a formação de um novo governo de unidade nacional por mais de seis meses desde as eleições gerais, em maio.

O país precisa urgentemente de um governo capaz de implementar as reformas econômicas que o Fundo Monetário Internacional (FMI) dizem ser necessárias.

O mais recente ponto de atrito envolve a representação muçulmana sunita no gabinete, onde 30 assentos devem ser alocados entre as linhas sectárias.

O poderoso grupo muçulmano xiita Hezbollah afirma que um dos seus aliados sunitas deve ser representado no governo para refletir os ganhos obtidos nas eleições.

Mas o primeiro-ministro designado, Saad al-Hariri, que é o principal político sunita do Líbano e desfruta de apoio do Ocidente, descartou alocar qualquer um dos assentos em seu gabinete a eles.

Os sunitas aliados do Hezbollah também são conhecidos pelos laços próximos do governo sírio do presidente Bashar al-Assad.

Aoun disse que esforços não seriam poupados para resolver o problema.

"O problema requer bravura e paciência para chegar ao fim, mas encontraremos a solução porque esperar é uma perda de tempo", informou o comunicado da presidência, citando Aoun em uma reunião com o chefe da Igreja Católica Grega Melkite.

Um comunicado do Hezbollah neste sábado informou que o líder do grupo, Sayyed Hassan Nasrallah, se reuniu com o genro de Aon e o conselheiro próximo Gebran Bassil para discutir a formação de um governo e esforços "para resolver as complicações".

Embora políticos venham frequentemente alertando sobre o risco de uma crise econômica no Líbano, as manifestações públicas de preocupação sobre a moeda são raras. O Líbano enfrenta estagnação do crescimento econômico e tem a terceira maior dívida pública em relação ao PIB do mundo.

(Por Tom Perry)

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Reuters