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ASSUNÇÃO (Reuters) - O presidente paraguaio, Fernando Lugo, disse nesta quinta-feira que o novo escândalo de paternidade que enfrenta é "uma grande campanha montada" e garantiu que não deixará o cargo apesar dos setores golpistas que tentam tirá-lo do poder.
Lugo, um ex-bispo católico que em abril reconheceu um filho de dois anos e que enfrenta outros processos de paternidade, foi questionado em coletiva de imprensa sobre a recente denúncia de uma de suas sobrinhas, que garantiu que o presidente tinha uma filha não reconhecida de 22 anos.
"Considero que isso faz parte de uma grande campanha montada sem nenhuma base objetiva e, precisamente por conta disso, não merece nenhum comentário de um presidente da República", respondeu Lugo.
A acusação de Mirta Maidana, filha de Mercedes Lugo, irmã do presidente, desataram uma nova tormenta em torno do mandatário, que enfrenta pressão da oposição em seu segundo ano de governo.
Diante da pressão de jornalistas, Lugo afirmou que a jovem Fátima Rojas pertence a uma família que conhece desde 1977 e garantiu que estará "firme e sem duvidar um segundo em relação a sua missão até 15 de agosto de 2013", data prevista para o fim de seu governo.
A mãe de Rojas disse na quinta-feira que a identidade do pai de sua filha é uma questão privada, mas não negou a informação.
Os escândalos de paternidade que Lugo enfrenta desde abril prejudicaram sua imagem de governante honesto em um país majoritariamente católico, segundo pesquisas independentes, mas o presidente garantiu que outros tipos de pesquisas mostravam o contrário.
"As mensagens, principalmente do mundo feminino, me dizem que minha popularidade subiu bastante", garantiu.
(Reportagem de Daniela Desantis)

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Reuters