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Por Nate Raymond

BOSTON (Reuters) - Uma procuradora federal disse a um grupo de jurados nesta sexta-feira que um farmacêutico do Estado norte-americano de Massachusetts, acusado de assassinato por seu papel em um surto mortal de meningite nos Estados Unidos em 2012, agiu com um "coração depravado" por produzir drogas não-estéreis conscientemente.

Glenn Chin, ex-farmacêutico supervisor do New England Compounding Center, produziu remédios em condições insalubres, como esteróides mofados, disse a vice-procuradora assistente Amanda Strachan a um júri federal de Boston em sua argumentação final.

Os esteróides foram enviados a instituições de saúde de todo o país e injetados em pacientes, o que criou uma epidemia que deixou 778 doentes e 76 mortos, disseram procuradores.

"Não se enganem, Glenn Chin não está presente neste tribunal porque foi negligente ou descuidado", afirmou Strachan. "Ele está aqui por causa de suas próprias escolhas deliberadas".

Ela disse que Chin, de 49 anos, falhou por não cuidar para que as drogas da farmácia fossem produzidas em condições sanitárias que mantivessem o nível de exigência dos hospitais em seus produtos.

Strachan disse que Chin foi responsável por "omissões enormes" nas chamadas salas limpas da empresa onde os remédios eram feitos, priorizando a produção em detrimento da limpeza e não testando as drogas adequadamente.

"Glenn Chin agiu com um coração depravado", disse ela.

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Reuters